O futuro falhou?

Nasci na década de 80, uma geração entusiasmada pelas evoluções tecnológicas e a conversão do analógico para era digital.

Assistíamos a filmes como ”De volta para o futuro” e ficávamos praticamente esperando ver e utilizar carros e skates voadores e tantas outras revoluções tecnológicas que o futuro da ficção demonstrava e que tanto apreciávamos. 

O que vemos hoje?

Ainda poluímos nosso ar com combustível, segue as mesmas guerras e conflitos por causa de terras e recursos naturais, a grande maioria da população mundial (estima-se em 60%) não possuem saneamento básico. A lista de atrasos é vasta. 

A natureza não dá saltos. Se por um lado ainda estamos muito aquém das expectativas almejadas, devemos olhar para o passado e observar as inúmeras mudanças positivas. Comecemos pela própria expectativa de vida, invenções que facilitaram os meios de transporte, engenharias em geral, telecomunicações, avanço da medicina nos tratamentos de saúde…

Imediatismo é característica inerente aos humanos que como sempre querem que tudo se resolva dentro do seu limitado tempo existencial. Devemos buscar primeiramente a nossa própria evolução e nos esforçar para promover a melhoria nos locais que ocupamos. Cada um deve contribuir mediante suas forças, capacidades intelectuais e morais com o pensamento a longo prazo. 

O futuro não falhou! Apenas não espere milagres na humanidade, pois o orgulho e o egoísmo ainda habita a maioria dos corações humanos. Esforcemo-nos em promover um futuro (não tão distante), maior colaboração, caridade e fraternidade.

Há muito trabalho a ser feito…comecemos conosco a transformação, sempre com otimismo, fé, disciplina e perseverança.